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Estudos Sobre a Sustentação Clínica do FELIWAY®.

Estudo 1: Diminuição na Marcação Urinária.
Feliway provou ser altamente eficaz em diminuir a marcação urinária vertical pelos gatos observados nos ESTADOS UNIDOS e na FRANÇA.
Avaliação Americana

Demográfico:
• 81 questionários finais retornados
• A duração da marcação variou de quatro dias a 10 anos com uma média de dois anos.

Projeto:
• Os participantes do estudo foram examinados, para dados da linha de base, uma semana antes do uso, e então por quatro semanas consecutivas durante a aplicação de Feliway®.

Resultados:
• 60 casos eram de marcação vertical sem defecação.
• Destes 60 casos, Feliway® reduziu ou eliminou a marcação urinária em 95% dos gatos que faziam a marcação verticalmente.

Resultados da Marcação:
Marcação vertical sem defecação:60
Somente Urinação horizontal:13
Marcação vertical com defecação: 7
Infecção do trato urinário: 1
TOTAL: 81

Avaliação Francesa
Demográfico:
• 61 gatos foram avaliados
• A duração da marcação variou de seis semanas a três meses

Projeto:
• Os participantes do estudo tratou em sua casa por 28 dias e monitorou o número de marcas de urina
por até 49 dias

Resultados:
• No primeiro dia, a contagem média era 14.8 marcas por o gato.
• Do décimo quarto dia em diante, ocorreu uma diminuição no número de marcas de urina mais menos de uma marca por dia.

Resultados Do Estudo: Tempo para Exploração
(em minutos) Tempo para Alimentar-se
(em minutos)
Pulverizador Natural Feliway® 32 66
Feromônios Faciais Naturais 31 84
Controle sem tratamento 270 312

CRIANDO O EFEITO TRANQUILIZADOR NOS GATOS
Em ambientes novos e estressantes, ou ao viajar, Feliway® demonstra um efeito tranqüilizador nos gatos. A presença de Feliway® desperta o rápido início do comportamento exploratório e de alimentação em gatos hospitalizados. Em cinqüenta e seis gatos hospitalizados foram divididos a um destes três grupos:
• Gaiolas tratadas com Feliway®
• Feromônio facial felino natural nas gaiolas tratadas
• Gaiolas sem tratamento
Os gatos, em todas as gaiolas, foram observados para determinar o intervalo do tempo entre a entrada nas gaiolas e a inicialização do comportamento exploratório e do comportamento de alimentação.

Os ambientes estressantes incluem:
• Novo local de repouso
• Transporte
• Hospitalização
• Gabinetes
• Gato novo
• Mobília nova
• Pessoas estranhos
- Outros animais

Feliway® é uma marca registrada de Ceva Santé Animale.

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Estudo 2: A Marcação Urinária está na Natureza de todos os Gatos.

INTRODUÇÃO
A marcação urinária é um problema observado por mais de 30% dos donos de gatos. Esta atividade, associada a um forte e característico odor, é inaceitável pela maioria dos donos, mesmo se a quantidades de urina for relativamente pequena.
Os principais meios de ação de que os donos dispõem hoje em dia, são bastante limitados. Nem a cirurgia, nem a quimioterapia são completamente satisfatórias e ambas podem apresentar efeitos secundários inaceitáveis.
A marcação urinária é um comportamento natural dos gatos, tanto dos machos quanto das fêmeas. É um dos principais métodos de marcação territorial. Aspergindo pequenas quantidades de urina, o gato dá aos outros gatos uma indicação da sua presença, em circunstâncias de desestabilização emocional.
Foi posta em evidência uma estreita relação entre a marcação urinária e os feromônios faciais, estes últimos sendo empregues para marcar os objetos nos processos de familiarização e de estabilização emocional. As observações dos especialistas em comportamentos animais puseram em evidência que o gato não marca com urina os objetos previamente marcados com feromônios faciais.
Este trabalho conduziu ao desenvolvimento de Feliway®, um análogo dos feromônios faciais que pode eliminar o problema de marcação urinária.
O Feliway® oferece uma solução natural – quer específica, quer eficaz – para o problema da marcação urinária dos felinos.

FEROMÔNIOS FACIAIS
O que são os Feromônios
Os feromônios são substâncias largamente espalhadas no reino animal que são utilizadas nos processos de comunicação entre os animais da mesma espécie. Assim, os feromônios emitidos por um indivíduo podem afetar e modificar o comportamento de outros indivíduos da mesma espécie e igualmente o comportamento do indivíduo emissor.
A colocação dos feromônios faciais é um comportamento bem conhecido de todos os proprietários de gatos. O gato esfrega a cabeça, desde o queixo até a base da orelha, contra um objeto (Dehasse et De Buyser, 1993).
Os estudos (Verbene et De Bôer, 1976; Verbene et Leyhausen, 1976) deram uma explicação de base acerca das propriedades dos fenômenos faciais; em particular, demonstram que:
1. As secreções faciais em conjunto com as secreções urinárias informam aos machos da receptividade sexual das fêmeas;
2. O comportamento de marcação é comum aos dois sexos, e a freqüência varia segundo o indivíduo;
3. Uma forma de comunicação visual está associada à colocação dos feromônios faciais; de fato, o gato manifesta este comportamento de marcação quando se aproxima de um indivíduo conhecido. Os estudos levaram PAGEAT (comunicação pessoal, 1955) a completar este trabalho inicial e permitiram classificar a função dos feromônios faciais em 3 tipos principais: a) a função de orientação espacial, b) a função relação, e c) a função da estabilização emocioanal.

PROPRIEDADES FUNCIONAIS DOS FEROMÔNIOS FACIAIS
a) A FUNÇÃO DE ORIENTAÇÃO ESPACIAL: Estas marcas são principalmente colocadas em objetos que identificam o limite entre as vias de passagens e zonas territoriais. Encontram-se igualmente nos objetos “remarcáveis” dado o seu tamanho ou estrutura, no interior de uma zona de atividade. Estas marcas parecem implícitas na orientação geográfica do gato.
b) A FUNÇÃO RELAÇÃO: Os gatos que partilham grandes porções de território com outros gatos esfregam-se um contra o outro. A finalidade disto parece ser uma forma de marcação mútua que contribui para criar um odor específico para o grupo. Um estranho será, portanto detectado por um odor não familiar.
c) A FUNÇÃO DE ESTABILIZAÇÃO EMOCIONAL: Quando se coloca um gato num espaço contendo um grande número de objetos diversos, ou se esconde num canto ou começa a marcação urinária. Se tiverem sido previamente aplicados feromônios faciais nos objetos maiores e nas saídas, o gato comportar-se-a de uma forma diferente nesse espaço: começa rapidamente a explorar o quarto, alimentar-se, aceita as carícias como habitualmente e não faz marcação urinária. Da mesma maneira, quando se retira 70% das marcações faciais aplicadas num espaço tornado familiar ao gato, o animal apresentará sinais de ansiedade e recomeçará a seqüência de marcação urinária.
O antagonismo entre os feromônios faciais (função calmante) e a marcação urinária (emitida durante as fases de excitação emocional) foi perfeitamente demonstrado por uma experiência feita em 143 gatos reconhecidos como marcadores urinários: 89% dos indivíduos tratados pararam a marcação (Pageat, com.pers. 1005).
Um gato não marca com urina um local previamente marcado com feromônios faciais.

AS PROPRIEDADES DO FELIWAY®
O Feliway® produz as funções de estabilização emocional dos feromônios faciais. Pode portanto ser utilizado em 2 situações principais:
• Inibição da marcação urinária;
• Instalação do gato num ambiente desconhecido ou gerador de estresse (casa nova, gaiola, hospitalização, etc…).

COMO OS GATOS ORGANIZAM O SEU TERRITÓRIO
O Gato: um animal territorial
Os gatos são considerados animais territoriais no sentido em que estão enfeudados a um território. Por definição, este território é delimitado e defendido.
O território não consiste num único espaço
Este território não se reduz a um espaço único delimitado por marcas odoríferas, mas sim por um grande número de sub-territórios com funções definidas e no seio dos quais o gato manifesta comportamentos diferentes: são os campos territoriais.
As diferentes zonas territoriais
Os campos territoriais podem ser classificados em zonas de atividades dedicadas a funções comportamentais específicas: campos de caça, de jogo, de reprodução ou ainda outras zonas onde podem ter lugar às interações com os membros de outras espécies.
Existem também os campos de isolamento; estes são espaços onde o animal pode repousar ou ainda recuperar, quando está doente. Estes campos são geralmente tratados de forma a evitar qualquer contato (DEFORET 1995).
O número de gatos que vivem no mesmo território altera a superfície determinada para o campo de isolamento.

Tolerância dos membros da mesma espécie
O grau de tolerância dos outros gatos numa zona territorial depende de vários parâmetros. Os dois principais são: o tipo de atividade e o número de gatos que coabitam no território.
Por exemplo, a presença de um congênere pode ser tolerada na mesma zona de jogos, mas não numa zona de reprodução. São zonas de intolerância onde a presença de outro leva ao confronto (DEHASSE et BUYSER, 1993).

FELIWAY®
Composição:
Fração de análogo estrutural de Feromônios Faciais de Gato: 10%
Excipientes q.s.p.: 60 ml

Indicações:
O Feliway® possui certas propriedades de feromônios faciais do gato.Por esta razão pode ser utilizado para evitar e parar a marcação urinária; assegurar a tranqüilidade ao gato num ambiente desconhecido (casa nova, férias, etc…) ou estressante (gaiola, cesto, veículo, etc…). Estas utilizações são propostas a título de exemplo. Cada situação constitui um caso particular, recomendamos que consulte o veterinário que poderá aconselhá-lo e prescreverá o modo de utilização mais adequado ao seu animal.

Modo de Uso:
Pulverização das zonas sujas pelo gato assim como os principais objetos suscetíveis de serem utilizados pelo gato como suporte de marcação urinária.

Apresentação:
Embalagem com 1 frasco pulverizador de 60 ml.

REFERÊNCIAS
DEFORET C.(1995) Marquage territorial chez le chat: dês signes à décripter et à traiter: Veterinary Week n°773. pp 15-22
DEHASSE J., DE BUYSER C. (1993) Socioécologie du Chat, PMCAC, 28 pp 469-478
HART B., HART L (1985) Urine spraying and urine marking in cats, in Canine and Feline Behavioural Therapy, Lea and Febiger Publishers, MALVERN, USA. pp 134-145.
PAGEAT P.(1996) Personal communication.
VERBENE G., LEYHAUSEN P. (1976) Marking behaviour of some Viverridae and Felidae: time interval analysis of the marking pattern, Behaviour, 58, 192-253.

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Proibido o corte de orelhas em cães

A matéria é do site G1, o portal de notícias da Globo (www.globo.com/g1) publicada em 25 de março de 2008.

O Conselho Federal de Medicina veterinária proibiu o corte de orelhas e recomenda que não se corte caudas de cães, por considerar que essas práticas são uma mutilação do animal.

Muitos donos acreditam que seus cachorros ficam mais bonitos de rabo empinado ou quase sem orelha. A mudança no visual só é possível, na maioria dos casos, após uma cirurgia nos animais.

A prática é muito comum em cachorros treinados para o combate, como as raças pit bull e rottweiler, mas veterinários dizem que a operação é perigosa. “Não existe necessidade de expor o animal a um risco anestésico ou de pegar uma infecção durante a cirurgia. É um risco desnecessário, que o animal não precisa correr”.

O Conselho Federal de Medicina Veterinária proibiu nesta quarta-feira (19/03/08) duas práticas muito comuns no Brasil: a conchectomia, que é o corte da orelha do cachorro, e a onicectomia, que é a retirada da unha do gato.

Segundo o conselho, a decisão foi tomada porque é preciso estabelecer uma convivência de respeito mútuo entre o animal e seu dono, e as cirurgias não trazem nenhum benefício aos bichos. A proibição pretende estimular os donos a conhecer os animais como eles realmente são e evitar as mutilações.

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Leishmaniose

A leishmaniose é uma doeça provocada pelo protozoário do gênero leishmania. Transmitida ao homem pela picada do mosquito flebotomíneo também chamado de mosquito palha ou birigui. As leishmanias são transmitidas pelos insetos fêmeas. Geralmente a doença acomete cães sadios, enquanto que nos humanos tem predileção por pessoas com imunidade diminuída, tais como crianças, idosos e doentes.

O cão, após ser contaminado pelo mosquito apresenta um período de incubação que varia de 2 meses a 6 anos. Um dos principais sintomas são problemas de pele e pelos, dermatite seborréica, falta de pelos ao redor dos olhos, feridas nas pontas das orelhas e no focinho, crescimento exagerado das unhas, emagrecimento, febre, apatia, aumento de abdome, sangramento nasal, problemas renais e hepáticos.

Mas no entanto mais da metade dos cães portadores não a presentam sintomas.

O tratamento canino não obtem em geral a cura, mas pode oferecer uma boa qualidade de vida e maior longevidade aos animais afetados, esse procedimento exige dos proprietários dos cães um compromisso de cuidados especiais com os animais infectados e também com o ambiente onde vivem. A saúde pública recomenda que animais positivos sejam sacrificados, no entanto pesquisas tem sido feitas e protocolos de tratamento tem sido utilizados por alguns veterinários e tem sido utilizados com bons resultados.

O importante a ressaltar é que pouco tem sido feito para a prevenção da doença, já que ele é transmitida por um mosquito e existe produtos no mercado que pode ser usado para evitar o contágio com a doença, tais como a vacinação, o uso de coleira scalibur, max 3 , pulvex pour-on.

Acreditamos que além de um profissional de saúde pública o médico veterinário deve ser um profissional que ame, respeite e queira preservar a vida de seus pacientes. O sacrifício sumário de um animal de estimação traz muita dor.

A decisão do tratamento não é do médico veterinário e sim do dono do animal. Deixando sempre claro que o tratamento não cura o animal, apenas ameniza os sinais da doença e aumenta a sobrevida e qualidade da vida do paciente. E é bom ficar bem claro que tem que aliar o tratamento aos cuidados para repelir os mosquitos, pois o animal continua portador. Além de ser um tratamento prolongado que exige dedicação e um comprometimento muito grande do proprietário com o animal, além do animal tem que ter um acompanhamento do médico veterinário a cada 3 meses.

Tem-se visto que o extermínio de cães mais tem sido mostrado como a única forma de combate. O Brasil é o único país do mundo que adota a eutanásia como método de controle da leishmaniose canina. Mesmo q ue se exterminasse todos os cães do país o problema não acabaria, pois não é o cão que transmite a doença para os outros cães e o homen; e sim o mosquito, sem este não haveria o ciclo.

Dessa forma parece bem lógico que o combate mais eficaz é o combate ao mosquito, mas o combate ao mosquito é muito complexo do que simplesmente exterminar os cães.

O diagnóstico da doença é realizado através de exames de sangue do cão e também através de esfregaços ou raspados de pele ou biópsia de linfonodos ou medula.

Os tratamentos realizados no homem não são efetivos em cães.

Do ponto de vista da saúde pública os cães infectados devem ser sacrificados, no entanto existem pessoas procurando outras alternativas.

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